Ninguém adoece do nada! As psicopatologias só surgem diante de determinadas circunstâncias, de forma direta: para que a ansiedade ou a depressão surjam é necessário que antes algo aconteça. Nesse sentido, ninguém chora por que está triste, mas sim, por que aconteceu alguma coisa que gerou a vontade de chorar.
Embora tenham uma importância muito grande em determinantes casos. Os Antidepressivos e os Ansiolíticos, como: clonazepam, bromazepam, alprazolam, fluoxetina, citalopram, paroxetina… Não possuem poderes mágicos, inclusive, a ação desses medicamentos consiste basicamente em regular o desequilíbrio químico que essas psicopatologias provocam no cérebro, reduzindo assim, os sintomas desconfortáveis.
Todavia, esses medicamentos não são capazes de resolver os problemas que geraram a Depressão ou a ansiedade e que por sua vez e enquanto esses problemas não forem resolvidos, a medicação se faz necessária e, por conta disso, é muito comum encontrarmos pessoas que fazem uso de remédios de uso controlados a décadas sem a perspectiva do tratamento acabar.
Isso é muito preocupante, porquê o uso prolongado desses remédios é por si só, um causador de muitos problemas, como por exemplo: a dependência do medicamento, ou mesmo, a necessidade de fazer uso de quantidades cada vez maiores para conseguir o resultado necessário.
Quando observamos os principais estudos científicos dessa área, os resultados são unanimes: A psicoterapia é um meio não medicamentoso e comprovadamente eficiente de resolver os problemas que geram a ansiedade e causam a depressão. De forma direta: é possível tratar essas psicopatologias sem fazer uso de remédios, mas em casos mais severos, a estratégia mais acertada é unir os dois tratamentos, onde, a terapia auxilia o paciente a superar as situações que geram a psicopatologia e a medicação reduz o efeito dos sintomas provocados pelo adoecimento psíquico.

